Mundo às Voltas
O meu e o vosso mundo que gira sem parar...
18 dezembro 2011
Arrogância e a ruína dos sentimentos
Hoje sinto-me tão insignificante como o sou no Universo. Sozinhos não valemos muito, é uma verdade. Mas com a nossa vontade, palavras e sentimentos, valemos. SomoS algo que conta, algo com que se conta.
03 julho 2010
LAGOS - Emoção Desilusão Descoberta Esperança
Luz de lua em quarto crescente, algumas estrelas e o som do mar ao fundo. Que faço eu deitado num muro a esta hora? Percorre-me as veias um sentimento de renascimento. As vozes dos amigos misturam-se com o som da noite o porto de abrigo.
Comi tanto ao jantar. Bebi ainda mais depois dele. E a Betty Boop, as Leis de Murphy e o "I can go from zero to bitch in less than 2.1 seconds" onde estarão guardados? Haverá alguém a olhar para eles neste momento.
- Levanta-te!
- Já vou... Não me puxes que eu caio! Tem que ser com calma. O meu cérebro não consegue acompanhar os meus movimentos.
E pronto, estou no chão! Ergui-me e segui para junto do meu porto de abrigo, os meus amigos.
Comi tanto ao jantar. Bebi ainda mais depois dele. E a Betty Boop, as Leis de Murphy e o "I can go from zero to bitch in less than 2.1 seconds" onde estarão guardados? Haverá alguém a olhar para eles neste momento.
- Levanta-te!
- Já vou... Não me puxes que eu caio! Tem que ser com calma. O meu cérebro não consegue acompanhar os meus movimentos.
E pronto, estou no chão! Ergui-me e segui para junto do meu porto de abrigo, os meus amigos.
18 junho 2010
06 junho 2010
Qual é a minha frase favorita?
Amo-te muito.
Fica muito melhor na boca de quem a inventou e a sente como ninguém. Mas como o meu amor por essa menina é infinito, posso facilmente ser um digno representante.
Deveria haver uma tábua, não com dez mandamentos, mas com dez ideias para "ser humano".
No meu entender, esta deveria ser a primeira. Não por ser mais importante, mas por ser mais inspiradora para as seguintes.
03 junho 2010
Alierta veio a Lisboa falar 10 minutos com o BES
Segundo as notícias o presidente da telefónica veio a Lisboa para um conversa de 10 minutos. Ora sendo a "Telefónica" uma das maiores operadoras mundiais de telecomunicações, não podia ter utilizado os seus recursos? Aquilo que vende aos outros como bom.
Sr. Alierta, os Srs. do BES, se pedir de uma forma cordial, até lhe vendem a "Nossa Senhora de Fátima" e oferecem o "Cristo Rei" numa promoção 2x1.
Sr. Alierta, os Srs. do BES, se pedir de uma forma cordial, até lhe vendem a "Nossa Senhora de Fátima" e oferecem o "Cristo Rei" numa promoção 2x1.
23 maio 2010
O Mickey, Buzz Lightyear e o Woody
Não é novidade que muita gente se acha um parque de diversões ambulante. O meu caso é mais grave. Muito, muito mais grave! Eu, acho o meu cérebro um parque de diversões. Consigo divertir-me, encontrar emoções e sonhar só com a matéria armazenada nas minhas memórias. Só a reorganização e combinação de memórias é motivo de arrepios, risadas e... Às vezes... Medo!
Tenho a Legoland, a Disney, o PortAventura e a Isla Mágica todos concentrados no pouco espaço que ocupo neste mundo. Destes parques todos só me falta conhecer a Legoland. Que me está a fazer muita falta. Porque é o que encerra menos macacada e mais construção. A ideia de pequenos blocos a construir grandes coisas fascina-me. Desafia-me!
04 maio 2010
Aprisionar a Liberdade
Qualquer ideologia, crença, valor ou convicção aprisiona a mente de quem as defende. É uma espécie de efeito secundário de uma realidade necessária. O Amor só deveria aprisionar o outro amor que lhe dá sentido, que o alimenta, que o faz crescer. Que aumenta todos os dias um sentimento que vai muito para lá das pessoas, do tempo ou do espaço.
24 fevereiro 2009
Biberão vs. Mine vs. Lipstick vs. Maminha



Cheguei à conclusão que nascemos com um vício de boca!
Começamos por mamar nas maminhas. Depois, numa judiaria que não se faz, enganam-nos com um biberão com uma teta de borracha.
Crescemos, passamos aos copos, mas o bichinho está lá… Entranhado, não desaparece nunca, qual gato escondido com rabo de fora.
Adolescência e atacamos as mines de cerveja sem dó nem piedade, que a sede urge mais que qualquer delicadeza. No fim ainda fazemos a cena da garganta em tom de remate final. As raparigas descobrem as maravilhas da pintura e nunca mais largam o batôn e o gloss. E mais umas coisas cilíndricas que agora não vêm ao caso.
Agora são as maminhas da amigas (conhecida e desconhecidas) que nos chamam a atenção, mas a coisa é tão difícil que continuamos agarrados à mine e à palhinha da coca-cola.
Que vício este!
Começamos por mamar nas maminhas. Depois, numa judiaria que não se faz, enganam-nos com um biberão com uma teta de borracha.
Crescemos, passamos aos copos, mas o bichinho está lá… Entranhado, não desaparece nunca, qual gato escondido com rabo de fora.
Adolescência e atacamos as mines de cerveja sem dó nem piedade, que a sede urge mais que qualquer delicadeza. No fim ainda fazemos a cena da garganta em tom de remate final. As raparigas descobrem as maravilhas da pintura e nunca mais largam o batôn e o gloss. E mais umas coisas cilíndricas que agora não vêm ao caso.
Agora são as maminhas da amigas (conhecida e desconhecidas) que nos chamam a atenção, mas a coisa é tão difícil que continuamos agarrados à mine e à palhinha da coca-cola.
Que vício este!
20 fevereiro 2009
Desejos
22 setembro 2006
When you get what you want but not what you need
Passamos a vida inteira à tentar fazer aquilo que queremos. Mas será que aquilo que queremos é o que nos faz falta? A verdadeira realização pessoal, é a dos objectivos atingidos ou a da satisfação das nossas necessidades?
Pensar-se-á: O que eu quero é o que eu necessito.
Mas isto é um ponto de partida muito redutor. Nós não somos assim tão inteligentes para sabermos tudo sobre todos os assuntos. Muito menos, quando esses assuntos são os nossos sentimentos, as nossas emoções, a nossa força. Por isso não podemos saber, nunca, de tudo o que necessitamos. Até lhe sentimos a falta, mas é quase impossível supri-la. Era tão bom que isto pudesse ser tudo ao contrário.
And high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try you'll never know
Just what you're worth
Pensar-se-á: O que eu quero é o que eu necessito.
Mas isto é um ponto de partida muito redutor. Nós não somos assim tão inteligentes para sabermos tudo sobre todos os assuntos. Muito menos, quando esses assuntos são os nossos sentimentos, as nossas emoções, a nossa força. Por isso não podemos saber, nunca, de tudo o que necessitamos. Até lhe sentimos a falta, mas é quase impossível supri-la. Era tão bom que isto pudesse ser tudo ao contrário.
And high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try you'll never know
Just what you're worth
20 setembro 2006
Santos do futuro
Mais uma vez a minha imaginação deu frutos... Deve ser a influência das vindimas... Vindimas essas, que assumem um novo significado. Tal como as nossas ideias, as uvas, acabam esmagadas, fermentadas e transformadas em vinho.
Mas deixemos o Baco e vamos aos Santos.
Introdução: Um santo dos tempos modernos.
Desenvolvimento: Por um motivo qualquer era proclamado um santo.
+ Desenvolvimento: Cria-se a imagem para o colocar num qualquer lugar de culto. Aqui surge o problema. O santo clássico tem aquelas vestes básicas... Imaginem a figura de um santo criado à imagem moderna. Uma cintura descaída... Não era fácil...
Conclusão: Não há santos, há amigos verdadeiros, há amores verdadeiros, há vida.
Mas deixemos o Baco e vamos aos Santos.
Introdução: Um santo dos tempos modernos.
Desenvolvimento: Por um motivo qualquer era proclamado um santo.
+ Desenvolvimento: Cria-se a imagem para o colocar num qualquer lugar de culto. Aqui surge o problema. O santo clássico tem aquelas vestes básicas... Imaginem a figura de um santo criado à imagem moderna. Uma cintura descaída... Não era fácil...
Conclusão: Não há santos, há amigos verdadeiros, há amores verdadeiros, há vida.
21 junho 2006
Maçã-de-adão ou Maçã de Newton

Às vezes dou por mim a pensar na existência das coisas. A de agora, foi a árvore genealógica.
Todos nós dependemos de uma árvore, uma mãe, um pai ou os, ideais, dois. É esta raiz arborícola que nos dá seiva ao nosso crescimento. Somos, portanto, a maçã que a árvore alimenta. Mas, tal como, na natureza somos influenciados pelo sol, pelos insectos, pela chuva, pelo vento… Um manancial de factores. Até que um dia, a maçã, sente que a árvore já não dá conta das suas necessidades. Está na altura de cortar o pé e cair, pia abaixo, até ao doloroso chão.
Mas não é o fim. Pois o chão que nos fez doer é o mesmo chão que vai germinar as sementes que temos dentro de nós. Assim crescemos, como uma nova árvore. O desafio, agora, é suplantar a sombra que a árvore mãe nos faz. Tira-nos o sol e crescemos amarelados, sem a força do verde.
Verde que nos dá esperança para continuar. Não somos a maçã do pecado, nem a maçã da gravidade. Somos a maçã da vida, da esperança…
16 abril 2006
Máxima de muitas vidas
02 abril 2006
27 março 2006
SEMAFRÓLEO
Sub. Masc., vem da junção de duas palavras: Semáforo e óleo.
Num dos meus devaneios culinários, dei por mim a tentar adivinhar a temperatura do óleo de fritar. Olhei o relógio para ver se o tempo me dava uma pista. Nada. Decidi passar a mão por cima da frigideira para tentar sentir o calor. Estava quente. Mas será que o óleo estava na temperatura ideal?
Haverá por aí um termómetro para medir a temperatura do óleo? Todas as respostas foram inconclusivas.
Surgiu aí uma ideia… Que tal inventar um óleo que mude de cor conforme a temperatura? Era uma boa ideia. Amarelo para frio para alimentos; Verde, temperatura ideal; Vermelho, temperatura excessiva. Assim poupávamos energia e os pobres dos rissóis croquetes e afins.
Não raros casos ainda poupávamos as nossas cozinhas do cheio a óleo queimado. Ou a própria cozinha de se queimar.
Num dos meus devaneios culinários, dei por mim a tentar adivinhar a temperatura do óleo de fritar. Olhei o relógio para ver se o tempo me dava uma pista. Nada. Decidi passar a mão por cima da frigideira para tentar sentir o calor. Estava quente. Mas será que o óleo estava na temperatura ideal?
Haverá por aí um termómetro para medir a temperatura do óleo? Todas as respostas foram inconclusivas.
Surgiu aí uma ideia… Que tal inventar um óleo que mude de cor conforme a temperatura? Era uma boa ideia. Amarelo para frio para alimentos; Verde, temperatura ideal; Vermelho, temperatura excessiva. Assim poupávamos energia e os pobres dos rissóis croquetes e afins.
Não raros casos ainda poupávamos as nossas cozinhas do cheio a óleo queimado. Ou a própria cozinha de se queimar.
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